Perguntei-te, assim como quem não quer a coisa e como que não consegue ficar mais calada: Ainda me amas? e o silêncio apoderou-se de ti, como a vontade de falar se apoderou de mim: Diz-me o que ainda sentes por mim, preciso de ouvir da tua boca. E o silêncio interpôs-se entre nós. Porque provavelmente [...]
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Editorial
É sempre nas maiores tempestades interiores que este é o meu maior porto de abrigo. -
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