O Silêncio (II)

Se este não é o estado  sentimental mais parecido com o Amor em que poderemos vir a estar, não sei o que será. Não sei o que me faria de outra forma, renegar-me tão abnegadamente dos meus mais profundos valores. Porque nada mais interessa se não te posso ter a meu lado. Porque nada mais interessa se eu para ti nada sou. Se nada sou e tudo me és, de que me vale continuar por aqui.

Pergunto-te

Ainda me amas?

E a resposta é o mais dilacerante silêncio, como se a verdade fosse forte demais para eu suportar ouvir. Nunca me responderás a essa pergunta e eu continuarei sempre aqui na mais densa tristeza.

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