É sempre nas maiores tempestades interiores que este é o meu maior porto de abrigo.

Repito o que escrevi há muito tempo atrás: «É sempre nas maiores tempestades interiores que este é o meu maior porto de abrigo». Volto aqui por isso mesmo, porque tenho que aprender a viver no meio de uma tempestade interior, que me consome. Uma dor que não desaparece, um sentimento de culpa, de perda e de saudade. Que não falei quando devia, que não agi quando devia. Que não disse sempre o que era preciso, sem ser tarde demais. É tarde demais porque perdi o meu mundo e nunca o vou recuperar. E por isso digo «É sempre nas maiores tempestades interiores que este é o meu maior porto de abrigo».

Quando daqui desaparecer outra vez, essa será uma boa notícia.

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